Reflexões sobre o Uso de Dados Vazados e da Dark Web no Processo Penal A era digital impõe desafios inéditos à advocacia criminal. Em artigo publicado hoje no CONJUR (@consultor_juridico), Alexandre Morais da Rosa (alexandremoraisdarosa) e Gabriel Bulhões (@gabrielbulhoesnd) exploram os limites éticos e jurídicos da utilização, pela defesa, de dados vazados ou provenientes da dark web no processo penal. A análise aborda a distinção entre a obtenção ilícita e a utilização legítima dessas informações, considerando parâmetros constitucionais e jurisprudenciais. 📖 Leia o artigo completo: 👉 [https://www.conjur.com.br/2025-abr-11/o-dilema-defensivo-de-usar-ou-nao-dados-vazadas-e-ou-da-dark-web-no-processo-penal/]
Artigo de Gabriel Bulhões e Alexandre Morais da Rosa publicado no ConJur debate o uso de dados vazados na defesa criminal
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Sobre o advogado responsável
Gabriel Bulhões
Advogado criminalista, fundador da GB Advocacia Criminal e Investigação Defensiva e professor de pós-graduações. Coautor do Provimento OAB n.º 188/2018, norma que regulamentou a investigação defensiva no Brasil. Mestre e doutorando em Ciências Criminais pela PUC/RS, pós-graduado em Ciências Criminais pela UCAM/RJ e em Direito Penal Econômico pelo IBCCRIM em parceria com a Universidade de Coimbra. Vice-Presidente da Comissão Nacional de Investigação Defensiva do CFOAB e Presidente da comissão equivalente na ABRACRIM. Head dos projetos Defenda-me e ETHOSBrasil.org e Diretor Jurídico da APECOF. Autor do Manual Prático de Investigação Defensiva e de outros dois livros, sobre cadeia de custódia e blockchain e sobre o controle da atividade policial. O acervo do escritório treina inteligência artificial especializada na plataforma Criminal Player, ao lado dos acervos de Aury Lopes Jr. e Alexandre Morais da Rosa.
OAB/RN n.º 13.096 · OAB/SP n.º 526.786
