Nosso sócio-gestor, Gabriel Bulhões (@gabrielbulhoesnd), foi entrevistado pelo jornal Tribuna do Norte em uma reportagem sobre o uso da Inteligência Artificial na criação de vídeos, áudios e imagens falsos — as chamadas deep fakes — que vêm sendo utilizados em golpes no Rio Grande do Norte. Na matéria, ele chama atenção para o impacto direto dessa tecnologia no processo penal. “Aquele adágio de que uma imagem vale mais do que mil palavras não faz mais sentido. Com as IAs generativas de imagem e áudio, qualquer prova pode ser falseada, deturpada ou plantada. O Direito ainda não está preparado para isso”, comenta. Golpes do falso sequestro, fraudes bancárias via PIX, manipulações em contexto eleitoral — os riscos são reais e cada vez mais acessíveis. Montagens antes complexas hoje podem ser feitas com poucos cliques, por qualquer pessoa. Para Gabriel, o cenário impõe dois pontos de atenção imediata: - A cadeia de custódia da prova, que assegura a autenticidade e integridade da evidência; - A prova pericial, com exames de imagem, vídeo, fonética e fotogrametria, que se tornam indispensáveis para um processo penal justo. Enquanto a regulamentação da IA ainda tramita no Congresso, casos concretos já desafiam a Justiça brasileira. *Para ler a reportagem na íntegra, acesse tribunadonorte.com.br
Gabriel Bulhões fala à Tribuna do Norte sobre crimes com auxílio da IA.
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Sobre o advogado responsável
Gabriel Bulhões
Advogado criminalista, fundador da GB Advocacia Criminal e Investigação Defensiva e professor de pós-graduações. Coautor do Provimento OAB n.º 188/2018, norma que regulamentou a investigação defensiva no Brasil. Mestre e doutorando em Ciências Criminais pela PUC/RS, pós-graduado em Ciências Criminais pela UCAM/RJ e em Direito Penal Econômico pelo IBCCRIM em parceria com a Universidade de Coimbra. Vice-Presidente da Comissão Nacional de Investigação Defensiva do CFOAB e Presidente da comissão equivalente na ABRACRIM. Head dos projetos Defenda-me e ETHOSBrasil.org e Diretor Jurídico da APECOF. Autor do Manual Prático de Investigação Defensiva e de outros dois livros, sobre cadeia de custódia e blockchain e sobre o controle da atividade policial. O acervo do escritório treina inteligência artificial especializada na plataforma Criminal Player, ao lado dos acervos de Aury Lopes Jr. e Alexandre Morais da Rosa.
OAB/RN n.º 13.096 · OAB/SP n.º 526.786
